Sinopse
E um livro-vulcão, um livro-força diante da fratura (histórica) da vida. Há passagens que são escavadas a fogo pela linguagem da poeta-historiadora: aqui há a carne do nome-esfinge, MAA… “o sémen da argila … a zagaia do rosto adormecido … a carcaça do nome … a palavra ardida de silêncios … o choro da gaivota no peitoril … onde tudo começou antes da detonação das estrelas e do grande silêncio … as mulheres dos escombros … na mão fechada, o colar de lápis-lazuli” É um livro voraz do tempo. Há algo novo nesta escrita. A poeta-historiadora ergue a chama cintilante do poema. HILUS, um livro vulcão-argila-viva.